08/08/2009

É complicado, viu...

Por Íris (Laços de Família)


Bom, eu não estava (até agora) no dia mais filha da puta da minha semana até porque se eu fosse eleger esse dia, a concorrência seria ferrenha — até que hoje esta(va) um dia medianamente agradável.

O clima lá fora, por incrível que pareça, está bom. Nem calor, nem frio. Nem seco, nem úmido. Um vento fresco que estimula minha sonolência. Até o momento, meu estado de espírito estava parecido.. até eu chamar meu namorado no MSN, e ele me contar que foi numa festa e acordou com dor de cabeça, o que transformou A MINHA cabeça no próprio inferno. E como eu já estou de TPM, que por sinal está fudidamente foda, pensem no quão emputecida estou agora.

Sabe, o que acontece é que infelizmente não moramos na mesma cidade, consequentemente não vou, nem quero e muito menos posso impedi-lo de sair e beber, etc.. até porque sempre achei toda e qualquer namorada que faz isso um grande pé no saco, e não irei eu transformar-me em uma delas. Jamais.

Só que ler (via MSN) que meu namorado foi a uma festa, e a afirmativa de que no dia de hoje existiu uma dor de cabeça, automaticamente já concluí que ele bebeu. Imaginando ele bêbado (e minha imaginação é muito fértil, principalmente quando adubada por MERDA DE VACA, se é que vocês me compreendem), eu já passo a visualisar as seguintes situações:

Um bando de vagabundas ao redor, todas bregas — é claro, pré-requisito pra ser vagabunda —, usando shortinho atochado no útero, colares com as iniciais, cabelos de todas as cores, todos horrorosos e mal cuidados, franjas mal cortadas (só essa visão do bitch fashion week já fode com meu dia) e todas, absolutamente todas, dando risadinhas, fazendo piadinhas, indo conversar e tocando na pessoa (mais especificamente, MEU namorado) a cada duas palavras, soltando olhares SEDUTORES — porque no que elas acham que estão sendo sensuais, não percebem que suas pernas abrem-se automaticamente, numa demonstração clara de não-sensualidade, mas vulgaridade total. Eu sei, e todo mundo sabe: é assim que as coisas acontecem.

Mas, por outro lado, tento apagar essa fogueira do inferno que incendeia dentro de mim, por dois motivos: 1 — eu aceitei namorar a distância; 2 — confio no meu namorado, afinal de contas, não obriguei ele a namorar comigo, se ele está comigo é porque quer e porque gosta, se quisesse estar com outras permaneceria solteiro, não haveria por que aguentar um namoro a distância, o que é sofrido para os dois.

Tendo em mente esses pensamentos, fica mais fácil levantar a bunda da cadeira e ir, feliz, preparar as coisas para fazer as unhas (coisa que eu odeio, impaciência total pra tal atividade) e escolher uma roupa para mais tarde, pois tenho uma festa pra ir. E, afinal de contas, eu tenho requinte, então deixemos as vagabundas de lado.

E assim eu pretendo anular essa parte do meu dia que foi momentaneamente fodida por pensamentos tepeemísticos de minha pessoa irritada.







Íris era uma vilã malcriada, petulante, que tinha horror a vagabundas. Portanto, infernizava a vida da filha de sua irmã, Camila (Carolina Dieckman) por ter roubado na maior cara de pau o namorado da própria mãe!

9 comentários:

Liana disse...

tipo... não acredito em relacionamentos à distância. Já fiz isso, pra nunca mais. Sei lá... fora esse tipo de coisa q vc narrou, as nóias, a saudade... preciso de alguém perto de mim fisicamente.

Desabafando disse...

não acredito em relacionamentos a distância, porque acho que as 2 partes acabam sofrendo demais....digo isso porque vi uma novela mexicana acontecendo dentro de casa, no caso, com meu irmão e sua namorada que morava mto longe....mas é realmente necessário aprender a confiar!

DESASSOSSEGADA disse...

Tem selo pra você no meu blog

Passa pegar

bjos


Depois passo te ler e fazer os comentarios hhhaa

DESASSOSSEGADA disse...

Pqp eu tenho uma mente fertil tambem passo algumas situações desagradaveis imaginando mil coisas so que ao contrario de você eu não confio em homem nenhum, e as vagabundas aff eita raça que nunca tem fim...

A descrição sobre elas me fez rir muito porque é bem assim que as vejo...

beijos e se possivel uma boa semana pra ti.

Norma Lica disse...

Cara... nem tenho muito o que comentar... acho relacionamentos à distância fodíssimos e não sei se seria capaz de suportar algum. Mas cada um é cada um. E espero que tudo tenha ficado bem mesmo...

Ah, selinho duplo pro blog! ^^ (meu e da desassossegada.)

;*

Dama de Cinzas disse...

Uma vez tive um relacionamento a distância! Eu no RJ ele em SP. Foi intenso, bom, marcante, mas ao mesmo tempo uma tortura pela distância e olha que nem ciumenta eu sou...

Beijocas

Se o "se" não tivesse ficado só no "se" disse...

Rá, eu como sempre do contra, adoreiiiii namorar à distância uma vez, e qd ele se mudou definitivamente pra SP o namoro acabou, ficou uma merda, viramos um grude e n sentiamos mais saudade um do outro, n tinha mais papo, e reconhecemos que tudo era melhor qd ele morava longe. Vai entender.

Patricia Daltro disse...

Eu já namorei a distância, e sobrevivi, rs, quando a proximidade chegou, o amor acabou! Contradição total, no final, acho que eu amava a dificuldade toda da relação! rs

Quanto a imaginação fértil, adubada pela TPM, eu contribuo colocando panos quentes, dor de cabeça não necessariamente pode ser bebida, já pensou em sono incompleto, stress, resfriado, etc?

Então, dê créditos para o seu namorado e pense, que ele não achou o dele no lixo para gastar com qualquer periguete! Confia no seu taco!

bjs

Rê :) disse...

Mente fértil adubada por merda de vaca AUHAUAHUAHA morri de rir!

Adoro teus post!
HUAHAUAHUA!!!

Mas fora os problemas, tem que confiar mesmo... afinal, o que os olhos não vêem, o coração não sente. E pára de ficar imaginando coisas, minha melhor amiga namora a distancia e as vezes tem uns surtos, isso é muito normal.

Confia, "fia", confia!!!

Hehehehehe, bjos e boa semana ;)

 
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