É incrível a quantidade de situações inusitadas por que passamos no ambiente de trabalho. Às vezes, chego a pensar que sou eu que atraio gente bizarra.
Tempos atrás, num momento divino em que me encontrava sozinha no escritório (que divido com o chefe nº2 — porque chefe pouco é bobagem!), entrou O Escroto se alugando. Todo ambiente de trabalho tem um escroto que fica por lá perambulando. Todo mundo sabe que ele não faz
Eis que, primeiramente, o brutamontes entra na sala para deixar um documento. E com uma olhada rápida de canto de olho, já reparei que o joselito-sem-noção estava com a camisa aberta até metade do peito (coisa querida com aquela pança gigantesca). Ele, então, já começou a puxar conversa, dizendo que estava com alergia a alguma coisa que estava no banco do carro de um cliente, e de repente começou o showzinho: o louco TIROU A CAMISA na minha sala para me mostrar que estava com as costas todas vermelhas devido à alergia. #morri
Fiquei tão sem reação que nem me dei ao trabalho de olhar para o cara, e muito menos para o “corpitcho sarado” do Zé Ruela. Fingi que estava brincando de “estátua” e fiquei completamente parada e muda olhando para tela do meu computador, por intermináveis segundos. Não sei se por um toque divino ou por ter visto a minha cara de
Mas não acaba por aí, não. Essa semana, enquanto eu estava na recepção, apareceu um senhorzinho pedindo para usar o banheiro. Ok, até aí tudo normal. Iindiquei o caminho a ele e permaneci onde estava. Dois minutos depois, um colega me chama até a sala dele (para chegar até o referido escritório, é necessário passar em frente ao banheiro). Quando eu estava na metade do caminho, meu colega fez um sinal desesperado para eu olhar para a direita (em direção à porta do banheiro). Para minha surpresa, não é que o velhinho estava
"Ráááá, pegadinha do Mallandro! Onde estão as câmeras escondidas??", eu me pergunto. Por sorte, o velho já estava fechando o zíper quando eu passei, e por muita sorte eu estava andando meio rápido e só vi de relance. E aí eu questionei o motivo para o meu infeliz colega me chamar na sala dele para ver isso... E, todo contente, o jaguara responde: “é que se eu contasse, você não ia acreditar!”.
É... não ia mesmo...

* Sandrinha não mede esforços para obter o que deseja. Cansada de morar com seu avô e o resto da parentada, incluindo o Jamanta (outro, não estes da história), que não para de persegui-la, ela corre atrás de seus objetivos. Encontra, por fim, a oportunidade que almeja de ficar rica. E quando se estressa, derruba até shopping center.